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Conheça o que fazem e pensam alguns dos novos profissionais de comunicação do Brasil.
Banco de opiniões sobre mídias sociais e assuntos correlatos.
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Conheça o que fazem e pensam alguns dos novos profissionais de comunicação do Brasil. Banco de opiniões sobre mídias sociais e assuntos correlatos. Olho mágico
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casoComo você ri online? - um registro de casoSubmitted by juliano on 30 May, 2008 - 12:11.Faz tempo que eu presto atenção nas formas como as pessoas riem online. Existem basicamente três maneiras: * RSSSSS, que é - ou pelo menos eu imagino que seja - a constação da palavra "riso" ou "risos". Ou seja, voce está comunicando aos seus intelocutores o que está fazendo. * :-D ou variações desse emoticon, usado para mostrar graficamente o seu estado. * Hahahaha e variações, que transpõe para o texto o som que voce estaria emitindo. Todas as possibilidades funcionam. Eu, pessoalmente, uso a última, mas o que me levou a escrever este post foi uma conversa via comunicador com o blogueiro Rafael Ziggy, que trabalha comigo na Knowtec. A risada online do Rafael é idêntica à do André Passamani. Eles riem meio que no estilo do som grafado, mas, ao invés de colocar sequencias certinhas de Hs e As, eles põem sequencias desorganizadas de As, Es, Hs e Us. Fica assim: "aehueahueae". Talvez você não esteja percebendo onde eu quero chegar. Explico: rir usando Hahahaha parece história em quadrinho - mas nos HQs o desenhista usa recursos gráficos para dar vida à risada. Mas pelo comunicador fica meio como rir forçado, sem vontade, deixa essa impressão. A risada é das coisas mais espontâneas do ser humano e é um mecanismo, segundo pesquisadores evolucionistas, que demonstra sinceridade, naturalidade. Ninguém ainda consegue fingir que está rindo e ser convincente. E este é o meu ponto. Pode parecer ridiculo rir online usando "aehueahueae". Pode parecer meio Uga-Uga. Mas rir é Uga-Uga, é informal, é espontâneo. É também muitas vezes o contrário da repetição padronizada do "hahahaha", que soa falso. Agora, a minha curiosidade: a risada desordenada é mesmo uma expressão natural, espontânea, - e parece ser isso - ou revela uma percepção desses mecanismos de convencimento e um utilização coinciente deles para demonstrar espontaneidade? Ah-ham! A busca pela eficiência, até quando? Ou: será que estamos doentes?Submitted by juliano on 20 March, 2008 - 18:01.Me lembro de uma história. Não sei quem me contou ou quando. Era mais ou menos assim: um cientista visitou uma aldeia miserável no Peru. Os índios trabalhavam de sol a sol para tirar o mínimo para sobreviver. O visitante pensou: - Imagine a prosperidade deste lugar se eles tivessem tecnologia. E voltou à civilização, fez lobby e etc, até conseguir tratores para os moradores da tribo. Voltou no ano seguinte à tribo e encontrou a mesma situação de penúria. Milton Neves está na vanguarda avançada do uso paralelo de internet e rádioSubmitted by juliano on 20 January, 2008 - 14:07.É curioso perceber essa fronteira entre o que a gente sabe conscientemente e intuitivamente. Muita gente tem um certo medo de tecnologia e prefere nas conversas manter-se numa distância confortável dizendo que não entende do assunto. E ao mesmo tempo a internet é um fenômeno de massas. Ou seja, quem diz que não sabe muitas vezes sabe intuitivamente, sem se dar conta disso. Rádio colaborativa: quatro experiências em emissoras públicasSubmitted by juliano on 14 December, 2007 - 10:23.Desde que aparecemos com a proposta de fazer uma emissora de rádio com a participação da audiência, a equipe da Cultura AM tenta imaginar como isso funcionaria. Pesquisando sobre modelos para apresentar a eles, encontrei um artigo tão bacana que decidi investir algumas horas para traduzi-lo e distribuir para as pessoas envolvidas no Radar Cultura. O artigo apresenta o caso do Open Source, um programa inicialmente transmitido pela NPR feito junto com a audiência com o intermédio de um blog. Quais os desafios de se lidar cotidianamente com uma audiência que quer participar, doar seu tempo e inteligência para melhorar um programa, mas não tem treinamento para isso? Como reage a equipe, que já tem uma rotina carregada de trabalho e resiste a dedicar seu tempo interagindo com usuários? E ainda, como estabelecer um modelo de negócio para viabilizar esse produto novo e quais os desdobramentos possíveis para esse conceito? É curioso ainda notar como a tecnologia pode, neste caso, apontar para um caminho de renovação das emissoras públicas, que estão na vanguarda desses experimentos. Esses pontos aparecem no excelente artigo do Mark Glaser, um especialista em novas mídias responsável pelo MediaShift Idea Lab, um guia para a revolução digital mantido pelo Public Broadcasting Service - PBS dos Estados Unidos. Aqui está o link para o artigo original. A tradução a seguir foi autorizada pela PBS. Pirataria off-line segue modelo de organização descentralizadaSubmitted by juliano on 25 October, 2007 - 11:35.Esses dias estive na Santa Efigência - para quem não conhece, é a rua de São Paulo onde se concentram os vendedores de equipamentos eletrônicos - mapa aqui. Um verdadeiro bazar caótico, local das barganhas e também dos produtos contrabandeados ou roubados. (Muitos dos comerciantes têm presença na Web.) Em um dia típico, no horário comercial, muitos ambulantes ocupam as calçadas. É difícil passar. Muitos estímulos, luzes que piscam, chamados, quer programa? quer jogos? A rua estreita geralmente ocupada de carros e pessoas cruzando, o trânsito flui devagar. Esses dias passei por lá e tive a oportunidade de conversar com um dos jovens que vende programas piratas na rua. O perfil do novo jornalista na Web - um relato de casoSubmitted by juliano on 17 October, 2007 - 10:35.André Passamani, 34 anos, um dos diretores da Colmeia, se formou e começou atuando como jornalista em Vitória, ES. Esses dias, trocávamos idéias sobre o perfil do profissional que está fazendo a internet hoje e ele se lembrou de uma experiência. Fiquei com ela na memória e esses dias pedi autorização a ele para registrar o caso. |
Quem escreveLeitores recomendam: À venda aqui: Livraria Cultura, Saraiva e Fnac. Casos apresentados no livro. SearchEu acompanhoem inglês em português |
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