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brasilLei Azeredo: acho que estou dando menos atenção a isso do que deveriaSubmitted by juliano on 16 July, 2008 - 20:34.Pelo veto ao projeto de cibercrimes. Em defesa da liberdade e do progresso do conhecimento na Internet Brasileira Se você é contra o atentado à liberdade na web nos moldes que estão a ser propostos pelo projeto de lei do Azeredo, senador do PSDB mineiro, veja as assinaturas de quem já se manifestou contra, assine também e/ou divilgue pra seus conhecidos: http://www.petitiononline.com/veto2008/petition.html Já são quase 60 mil assinaturas. Blogs de aluguel: profissionais online defendem ação da Coca com blogueirosSubmitted by juliano on 7 July, 2008 - 12:44.Resolvi sondar alguns profissionais do mercado de comunicação online para ver a percepção deles sobre conteúdo publieditorial e particularmente sobre a ação da Coca-Cola. Muitas delas responderam acrescentando perspectivas originais a uma discussão geralmente viciada e previsível. Letrista do Greatful Dead pode ter disseminado o Orkut no BRSubmitted by juliano on 23 March, 2008 - 21:11.Muita gente se pergunta por que o Orkut fez tanto sucesso no Brasil. Até o NYTimes investigou o assunto sem chegar a uma conclusão. Existem muitos motivos para essa rede de relacionamentos ter explodido aqui, mas existe uma grande possibilidade de que a sementinha tenha vindo de John Barlow, ativista digital e letrista da banda Greatful Dead. (Neste vídeo ele revela sua história.) Barlow foi um das primeiras cem pessoas a receber cem convites para o Orkut e, a título de experimento e por acreditar na força das redes no Brasil, resolveu enviar todos os cem para conhecidos dele aqui. Ronaldo Lemos fala de xerox ilegal, registro de livros em CC e sobre a guinada de Lawrence LessigSubmitted by juliano on 19 February, 2008 - 11:50.Mês passado, Ronaldo Lemos, advogado e presentante do Creative Commons no Brasil, distribuiu por email o vídeo de uma apresentação que ele fez a convite do Google nos Estados Unidos. Encontrei rapidamente com o Ronaldo na semana do Campus Party e aproveitei para pedir que ele falasse um pouco sobre a ausência do "fair use" (parte 1 da entrevista) no Brasil e as maneiras para resolver esta situação. Não foi uma entrevista jornalística no sentido ruim do termo, eu não pretendia criar conteúdo, mas me esclarecer sobre o assunto partindo de experiências e vivências como a de lançar um livro. E por conta disso surgiram outras dúvidas e a conversa se desenvolveu, sempre tratando da questão do direito autoral. Eu quis saber como ele se posicionava em relação às empresas fotocopiadoras (parte 2 da entrevista) que funcionam dentro das faculdades e universidades públicas. É um debate antigo e que está relacionado à maneira como a constituição regula o direito autoral. E o bacana das respostas do Ronaldo é que elas não soam fundamentalistas, "xiitas" em favor da abertura irrestrita do uso de conteúdo registrado. Ele está pensando no bem comum, e não em alimentar disputas com as indústrias que vivem do direito autoral - como gravadoras, estúdios de cinema e editoras. Do xerox, a conversa evoluiu para as vantagens de se lançar livros pela internet com uma licença Creative Commons - parte 3 da entrevista. Desde o lançamento do Conectado, algumas pessoas me cobram em relação a isso, e eu respondo que estou de acordo - inclusive porque isso beneficiaria a distribuição do livro - contanto que a editora esteja de acordo. E mais uma vez, o Ronaldo traz uma perspectiva razoável e pragmática sobre as situações em que isso valeria a pena. Finalmente, aproveitei para perguntar a ele sobre a decisão do Lawrence Lessig, criador do Creative Commons, de mudar o foco de seu trabalho da questão do direito autoral e passar a estudar a corrupção - parte 4 da entrevista. E esse tema fechou bem nossa conversa porque mostrou que o Lessig se refere a uma definição jurídica de corrupção, que é diferente do sentido que usamos no dia a dia. Isso mostra que essa mudança aparente na verdade representa uma abertura do escopo da pesquisa para entender o motivo dos governos não estarem abraçando como deveriam - na medida em que isso beneficia a sociedade - alternativas mais flexíveis de licenciamento autoral, condizentes com o mundo interconectado. PS. Apesar de ter sido relativamente simples editar os vídeos, ainda assim investi boas quatro horas fazendo isso. Tentei tirar as minhas participações fazendo perguntas, inclusive para reduzir o tamanho do arquivo final. Espero que o resultado tenha ficado compreensível mesmo para quem não entende do assunto. Abertura do Campus Party Brasil - uma vivência shamãnicaSubmitted by juliano on 12 February, 2008 - 20:26.Sei lá, muita gente deve ter disponibilizado as imagens deste mesmo evento, gravada por perspectivas diferentes e com qualidades diferentes. Mesmo assim, me esforcei bastante - veja abaixo - para disponibilizar esse material. Para resumir: o arquivo abaixo traz a íntegra do evento de abertura do Campus Party Brasil. Têm aproximadamente 40 minutos. Inclui a apresentação artística e os discursos. Mas isso não diz quase nada. Quase não justifica o trabalho de assisti-lo. Então, o que justifica? Seguinte: subiram no palco dois caras de Barcelona para fazer funcionar uma tal de reactable. O que voce enxerga é a projeção de um círculo azul na parede. Parece uma coisa de shamã. Eles colocavam objetos sobre essa superfície e cada um deles produzia um tipo de som. Não o mesmo som, mas um que se relacionava com o gerado pelos outros objetos. Não precisa fazer muito esforço para entender. Veja o começo do vídeo. Não foi só isso o que aconteceu. No palco, como convidado estava o ministro da cultura Gilberto Gil, que como discípulo da deusa Musa, quis entrar na farra, primeiro improvisando, em seguida, encaixando frases de canções brasileiras, de Dorival Caymmi, por exemplo. E não termina aí. Se terminasse, já valia. Mas do fundo escuro do salão imenso do primeiro piso do prédio da Bienal apareceu um grupo da escola de samba Nenê de Vila Matilde. Completando, participando, integrando, repercutindo, costurando, remixando os outros dois sons. Uma reunião improvável que - como diria o Velho Guerreiro - rrrrrealmente tinham a ver com o espírito desta reunião. Então, sem mais palavras, com vocês, isso:
História de como este arquivo quase não sobreviveu. Demorou. Demorou pra caramba. Quase desisti. 236 mega de arquivo de vídeo para subir no YouTube. Tentei hoje pela manhã. Esperei, sei lá, umas duas horas, e nada dele concluir o carregamento. Desisti. De noite, início da noite, no meio de uma sessão meio-BarCampeana sobre TV e web, aproveitei pra conectar o computador nessa giga banda larga. Quase uma hora passou e nada. A conversa terminou e nada. Mas como o assunto era web e tv, resolvi compartilhar com as pessoas o motivo da minha frustração. Eles se animaram e se ofereceram para ajudar. Estávamos procurando uma maneira de compactar o arquivo, mas depois de uns cinco minutos, já passava de 8 da noite, e eu desisti pensando que perderia a hora do jantar. Estava me despedindo das pessoas e fechando o computador quando vi: o upload tinha terminado. (Aliás, só para registro, estava terminando essa gravação ontem à noite quando apertei um botão errado e fui dormir achando que tinha perdido toda a gravação. Sim, foi praticamente um milagre essa gravação ter chegado ao 'infomar'.) O brasileiro navega mais na internet. E daí?Submitted by juliano on 9 January, 2008 - 10:13.Um dos dados mais repetidos pelas pessoas que trabalham profissionalmente com a web é que "o Brasil continua a ser o país com maior tempo médio de navegação residencial por internauta. Isso entre os 10 países monitorados pela Nielsen/Netratings. Ele está à frente da França, EUA, Alemanha e Reino Unido." Esse dado merece um estudo. Depois de entender quem é esse usuário, seu perfil, e saber se a diferença em relação aos números dos outros países é expressiva, eu queria saber as motivações desse usuário. Sim, a internet é superbacana, mas pode haver razões menos românticas para esse resultado. Por exemplo, a falta de interesse pela leitura. Ou talvez o custo de assinatura de TV a cabo em relação a uma conexão à rede, justificando que a primeira seja preterida em benefício da segunda? A interpretação simplificada de resultados talvez pareça conveniente a curto prazo para influenciar as expectativas da opinião pública e de outros setores do mercado, mas não deixa de ser imprecisa. Via sacra para conseguir o ConectadoSubmitted by juliano on 29 October, 2007 - 10:26.Segue a mensagem (muito simpática) de um leitor de Brasília com dificuldades para encontrar o Conectado. Quem mais estiver enfrentando problemas parecidos, pode me mandar um email - juliano em naozero.com.br -, dizendo onde mora, e eu checo com a Zahar as livrarias da cidade que compraram o livro. Foi uma verdadeira via-sacra para conseguir o teu livro. Quando tomei conhecimento do lançamento, no blog do Alexandre Mathias, havia indicação das Livrarias Saraiva e Siciliano. Cliquei na Siciliano e fiz meu pedido. Putz! Aguardei ansiosamente por mais de um mês e nada! Desconfiado, peguei o telefone, liguei pros caras e eles tiveram a coragem de informar que não havia disponibilidade. Tudo bem, aguardarei, pensava. Visitei o Submarino e prá minha surpresa, o livro tava lá! Nem pensei duas vezes, fiz outro pedido. Passados uns dias foi ver o "status" do pedido e uma nova surpresa: "aguardando reposição do fornecedor"... Aí, tomei a última e acertada decisão: liguei prá Zahar e contei a história... Nem conheço o Zahar, mas a voz parecia do dono. Enfim, me forneceram o nome do distribuidor aqui em Brasília (Arco-Íris, 502 Sul) e então, finalmente, o livro caiu em minha rede (não poderia deixar de citar mestre Caymmi). Fiz uma leitura lexical e agora vou partir praquela definitiva. Como diria em meu tempo: "já me amarrei...". Sempre critiquei a Telefônica, mas estou quase contratando o SpeedySubmitted by juliano on 20 October, 2007 - 14:27.Outro dia alguém mandou mandou pelo Twitter uma série de mensagem narrando sua "saga" conversando com o serviço de atendimento ao cliente da Telefônica. A primeira nota que eu me lembro anunciava que ele teria que pagar 300 e tantos reais para cancelar a assinatura. Deve ter protestado e pedido esclarecimentos. Tempos depois postou que continuava ouvindo a musiquinha de "espere na linha". Fui almoçar, voltei, e ele insistia na esgrima com os funcionários, talvez já não só pelo dinheiro, mas por birra. Estou relatando isso porque no ano passado celebrei meu desligamento completo dos serviços da Telefônica. Já não tinha Speedy, e aproveitei a promoção de lançamento da Net para incluir no pacote o telefone por cabo. Mas passado um ano - não sei direito quanto - estou considerando seriamente fazer o caminho oposto, cancelar tudo da Net e dar mais uma chance para a Telefônica. Fiquei louco? Vejamos. O perfil do novo jornalista na Web - um relato de casoSubmitted by juliano on 17 October, 2007 - 10:35.André Passamani, 34 anos, um dos diretores da Colmeia, se formou e começou atuando como jornalista em Vitória, ES. Esses dias, trocávamos idéias sobre o perfil do profissional que está fazendo a internet hoje e ele se lembrou de uma experiência. Fiquei com ela na memória e esses dias pedi autorização a ele para registrar o caso. Tropa de Elite chega aos cinemas e já têm três sequências no mercado informalSubmitted by juliano on 7 October, 2007 - 10:48.Os marreteiros vivem no futuro. Ontem, passando pelo camelódromo da Avenida Paulista, ali próximo à alameda Pamplona, na frente do Stand Center, parei em uma das muitas barracas que vendem DVD pirata para checar os lançamentos. E encontrei uma coisa estranha: estão vendendo quatro filmes diferentes de Tropa de Elite, como se além do primeiro, houvesse três sequências. (O filme também circula livremente pela Web em formato torrent.) Os vendedores não sabiam explicar direito. Disseram que um deles era documentário. Como o que vazou para a rede foi uma versão diferente da que chegou este fim de semana aos cinemas, fiquei pensando que poderiam estar circulando o mesmo filme com edições diferentes - um prato cheio para cinéfilos. Alguém comprou esse material ou saberia dizer o que esses quatro DVDs contém? |
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