idéia

Wandering Books é uma idéia simples e que tem gosto de colaboração

Por falar no tema promoção de leitura pela web, existe um projeto muito bacana, relativamente simples e que ainda não foi posto em prática.

A maneira mais óbvia de se amplicar o uso dos livros seria emprestando para as pessoas que a gente já conhece, para quem já faz parte das nossas redes de relacionamentos.

O problema é que muitos livros não voltam, voce esquece, a pessoa esquece e fica por isso mesmo.

A idéia do Luciano Ramalho ataca esse problema. Imagine uma site de networking social para você colocar uma lista de livros que você não se incomodaria em emprestar. Aqui a descrição do projeto.

Os meus contatos não só teriam uma maneira de encontrar os livros que eles estiverem procurando sem precisar ir até a minha casa, como eu teria uma forma de saber, rapida e facilmente, com quem estão os meus livros emprestados.

E mais: a dinâmica de entrega do livro fica simplificada. Meu amigo pode trabalhar perto de mim, ou mesmo aproveitar uma situação dessas para a gente tomar um café. Eu entrego o livro e a gente ainda bate um papo.

Encontrei o Luciano recentemente e ele disse que ainda pretende pôr essa idéia em prática. - Ô, Luciano, cadê? ;-)

Sobre maçãs, cachorros e CEOs

Hoje de manhã passei na MacFix, uma revenda de produtos Apple. Desde a porta, tudo tem o encanto cool dessa marca. Meio galpão, meio nave espacial, esse é o ambiente da área de atendimento. Espaço livre, objetos geométricos, focos de luz e penumbra.

As três moças que recebem os pedidos atrás de Macs ultra modernos me lembraram personagens do Matrix ou Blade Runner, meio bonecas, meio robôs. Mas fora o cool previsível, esperado, uma coisa nessa loja é completamente surpreendente: um filhote magrelo e energético chamado Mel.

melPense diferente: para que deixar o seu cachorrinho de cinco meses no quintal uivando e atormentando os vizinhos? Traga-o para o trabalho para ele ficar solto, dentro da empresa, interagindo com os seus clientes!

O cachorro é de um dos diretores da revenda e segundo a atendente, ele faz o maior sucesso, principalmente nos dias em que o espaço fica lotado. Enquanto as pessoas esperam, ele distrai e quebra o gelo do ambiente.

Agora, só em uma empresa relacionada à marca Apple dá para se pensar num negócio desses. É totalmente "out of the box".

E falando na Apple, estive com dois CEOs nos últimos 15 dias. E sabe o que eles têm em comum? O MacBook Air. Também pelo tamanho, pela portabilidade. Mas o motivo principal é o impacto de se tirar uma máquina dessas na hora de uma apresentação. É o efeito surpresa. Quebra o gelo, as pessoas chegam pra ver e logo eles já têm um clima de mais informalidade para conduzir suas reuniões.

Isso tem tudo a ver com o que o Scoble escreveu sobre cartões de visita: eles são principalmente começadores de conversas. Aliás, a mesma função do IPhone, mas esse já virou carne de vaca, pricipalmente entre publicitários. Até o faxineiro das agências deve ter o seu. ;-)

Como o Twitter ajuda a resolver o overload informativo e como aperfeiçoá-lo

Overload informativo é um dos assuntos recorrentes deste blog. Outro dia, proseando com o André Passamani, ouvi ele falando que gostaria de não ter que ler a não ser material recomendado e já resumido. Esse é o sonho de quem se embrenhou na rede e está atravessando essa fase de adaptação do broadcast para o "socialcast" (que tal o termo?), a informação transmitida por identificação dentro de grupos de interesse comum informais.

Segue uma reflexão rápida sobre o Twitter como solução pra esse problema e de como essa solução de filtragem poderia ser aperfeiçoada.

Um dos motivos porque eu quero um celular novo

Estou querendo comprar um telefone celular novo, que tenha uma câmera fotográfica legalzinha (2 MP mínimo) e também faça vídeos de qualidade razoável. Faz tempo que venho vislumbrando a possibilidade de usar esse equipamento para produzir mini-vídeos caseiros registrando declarações espontâneas, opiniões e acontecimentos que vou presenciando no dia-a-dia. Nada necessariamente fantástico ou espetacular, apenas coisas que eu considere relevantes.

Hoje encontrei este vídeo, que vai bem ao encontro do que eu imaginava como resultado desse experimento. Não me refiro ao conteúdo especificamente, ao posicionamento político da pessoa retratada, mas ao tamanho e ao formato do material. E fico imaginando o YouTube como também repositório desses arquivos de centenas de milhares de pontos de vista, narrativas de experiências e histórias contadas, recolhidas caoticamente em todos os lugares e disponíveis para quem quiser re-usar.

Acho que é questão de hábito. Seria muito bacana um curso de laboratório de produção desse tipo de material. Cada semana os participantes levam uma coisa nova pra mostrar.

Que tal?

Quem se interessa por participar de um coletivo para atividades educativas?

Esses dias surgiu a oportunidade de propor a realização de uma série de workshops sobre como criar e manter blogs. Será no Espaço Caixa no Conjunto Nacional durante o Corredor Literário na Paulista. Vai ser um evento bacana, útil, para se promover a utilização dessa ferramenta. E por conta disso, pensei na possibilidade de criar uma espécie de coletivo de blogueiros e interneteiros em geral para situações como educativas.

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