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empresa | Não Zero

empresa

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A diferença entre ser melhor e ser maior: algumas empresas não querem crescer

Será que o caminho natural de uma empresa de sucesso é crescer? A gente tende a achar que sim, mas encontrei este livro cujo autor defende o contrário. Ele foi atrás e descobriu uma série de empresas nos Estados Unidos, atuantes nos mais diversos segmentos, que optaram coinscientemente por não crescer.

Lendo o livro, fez sentido pensar a multinacional como anomalia organizacional sem identidade ou compromisso além de se espalhar movida pelo retorno financeiro, mas existem alternativas a isso. A empresa não precisa ser o contra-ponto da vida, o lugar onde pessoas são peças sobressalentes. (Continua.)

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Y Combinator transforma hackers em empresários

Hackers e bancos de investimento não tem nada em comum mas precisaram começar a conviver mais intensamente por causa da Web. Um precisa do outro para inventar o próximo twitter ou Facebook e ficar rico com isso. Descobri uma empresa que está se especializando em suavizar o choque de culturas decorrente desse encontro.

É curioso registrar que a maioria das startups de sucesso surgiram de rejeições e também que as idéias que elas tiveram tem a ver com a experiência cotidiana buscando resolver problemas, mais do que com genialidade. (Continue lendo.)

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Empresa usa Skype para criar a impressão de proximidade entre escritórios

A Radium Systems tem dois escritórios, um em Sampa e outro em BH. E usando Skype em uma TV de umas 30 polegadas, os dois ambientes ficam como que acoplados um ao outro.

Parece bobagem pensar que uma coisa tão simples pode ajudar no relacionamento entre as pessoas, mas acho que eles podem estar trilhando um caminho interessante para aproximar equipes fisicamente separadas.

Uma coisa é voce se comunicar sempre com a pessoa por telefone, email ou comunicador instantâneo. Outra completamente diferente é você chamar a pessoa pelo nome e ela te escutar e voce ter uma conversa olhando para ela e ela para voce.

O custo disso deve ser perto de nada na medida em que os escritórios já têm planos de banda larga e conversar de Skype para Skype é grátis.

Agradeço ao Oswaldo Gouvêa de Oliveira Neto pelo interesse de demonstrar a idéia ;-)

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Clay Shirky e o valor das coisas sem valor

Here ComesAcabei de viver uma maratona Clay Shirky. Li o Here Comes Everybody, tive dificuldades para organizar as informações e os argumentos do livro, e fui assistir as palestras dele disponíveis em video pela Web para ver como ele organiza o que vai falar quando tem menos de uma hora para isso.

Devo falar muito dele por aqui nas próximas semanas. É uma leitura que provocou desconfortos. E é justamente isso que eu busco. É legal o livro com o espírito auto-ajuda que dá conforto, mas é melhor ainda aquele que desorganiza.

O dilema central do Shirky - filtrado pelas minha lentes - é que a Rede reduz a quase nada o custo de coordenação para ações de grande porte, que geralmente precisariam de instituições para acontecer, mas que não aconteciam até agora porque não tinham valor comercial.

Como eu estava comentando por aqui na Campus Party, existem coisas sem valor (comercial) que valem muito, tem valor imponderável.

Shirky fala de como as empresas acabam tendo postura conservadora, uma mentalidade conservadora. Na perspectiva de maximizar resultados, abre mão de valor.

Ele explica que a idéia da média (produtividade média, usuário médio) não faz sentido em ambientes sociais porque não existe média. Existe uma colméia, cada um desempenhando suas funções segundo capacidade e disponibilidade.

Se você observar o nível de participação na concepção e desenvolvimento de um artigo na Wikipedia, por exemplo, tem pessoas que participam demais, têm produtividade altíssima, mais de cem edições. Mas frequentemente essas edições correspondem a correção gramatical, melhora do texto. Já o fulano que faz uma participação, muitas vezes contribui com porções de conhecimento original que fazem a diferença no artigo.

Como avaliar quem é mais importante?

Esse é o nó que, segundo ele, a Microsoft, segundo o exemplo que ele dá, não consegue resolver, porque não concebe que uma pessoa seja paga durante meses para contribuir com uma idéia. Mas e se essa for A Idéia?, ele pergunta.

Enfim, essa é uma prévia dessa vivência com as idéias do Shirky. Vamos ver se consigo compartilhar aqui na Campus Party a apresentação que montei. É sempre bom trocar idéias.

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O que impede a Nina de aproveitar a internet? Dilemas do empreendedor nos ambientes de informação abundante

Este último sábado, passeando pela feirinha da Liberdade, descobri o trabalho da Nani, uma artista que produz bolsas e produtos em pano com desenhos que ela mesma cria.

Nani riu quando eu perguntei se ela tinha estudado artes. Mas apesar de viver desse trabalho, ela não deixa de se divertir passando horas, dias experimentando com cores e formas.

O nome da empresa - Piranopano - reflete o espírito lúdico e brincalhão que ela e a filha Violetta põem nas criações.

piranopano

Nossa conversa começou mesmo quando eu pedi para fotografar os trabalhos e ela, meio sem jeito, disse que não.

Em meio a tanto artesanato óbvio, o dela tinha um brilho de obra vivida. Justo o que vale a pena ser compartilhado. E eu ainda fui educado, pedi permissão.

Ela contou que passou a desconfiar de fotógrafos desde que plagiaram as imagens que ela criou. Faz sentido: quem não quiser investir em criação, só em produzir mais barato e distribuir, vai tirar proveito do que ela fez.

Não que isso tenha a ver com a internet, mas com a facilidade de registro de informação pela fotografia.

A Nani também, de certa forma, remixa. Imagino que ela veja imagens em revistas e livros. A diferença é o investimento que ela faz em experimentação, em procurar algo mais, em criar a partir do que ela vê.

Uma maneira de ver a situação é pensar que a Nani está em um mercado competitivo e que ela vai precisar fazer mais que apenas desenhos e produtos bonitos para sobreviver.

Fico pensando o que falta para que essas pessoas abrassem a internet. Parece tão simples montar um blog, criar comunidades no Orkut. Mas ela pagou para criarem e darem manutenção um site ruim, que ela mesma já mandou tirar do ar.

O que poderia dinamizar esse processo de apropriação? Um manual para empreendedores? Uma ação de divulgação?

Quais seriam os tópicos desse manual? Talvez ele deveria ter apenas apresentação de casos de micro-empresários usando bem ferramentas como Blogger, Flickr, Orkut, etc.

PS. Depois de uma troca de idéias sobre o assunto e com o apoio da filha Violetta, Nani permitiu que eu fotografasse o trabalho. E quem quiser entrar em contato, inclusive para fazer encomendas, o email delas é contato [arroba] piranopano.com.br




Nova versão do Descolando! quer mediar a comunicação entre estudantes

Em maio de 2007 publiquei no meu blog anterior um post apresentando o Descolando!, um site para estudantes universitários avaliarem os professores deles. Dei as boas vindas ao projeto particularmente por sua ousadia, por explorar o potencial desestabilizador da internet.

Esses dias recebi uma nova mensagem do Fábio Cardoso, que é um dos sócios do Descolando! e foi a pessoa de quem eu tive contato antes de escrever sobre o site. Ele me avisava que estão lançando uma nova versão que fará do site um espaço para os universitários trocarem informações, materiais e experiências.

De cara achei ruim porque pareceu que a ação tinha aberto mão da ousadia para oferecer um serviço que concorre com Orkut e outros sites de relacionamento estabelecidos. Por que um universitário trocaria o Orkut onde ele já tem uma rede de contatos para ir a um ambiente novo desenvolvido e mantido por uma equipe pequena?

Apesar da falta de tempo, fomos conversando por email. O Fábio foi atencioso, respondeu às minhas questões, e acabei contente pela evolução do Descolando! Continuo achando que o nome deveria ser outro, mas já não duvido que eles estejam na trilha para produzir um case e conquistar seu lugar ao sol como o pessoal do Videolog.

Leia a seguir a entrevista em que o Fábio explica porque eles estão apostando na versão nova do projeto, como eles estão sobrevivendo enquanto não entra dinheiro, como funciona a incubadora onde eles trabalham, o processo para a criação do Plano de Negócios e sobre as perspectivas de monetização do Descolando!




Site da Southwest Airlines, um case de mídia social corporativa

A empresa de aviação americana Southwest Airlines dá uma aula de como funciona a comunicação depois da internet.

Tendo esse site como modelo, qualquer pessoa tem um roteiro para montar uma plataforma de "web 2.0" corporativa. Obviamente que não existem regras prontas, empresas atuando em segmentos diferentes poderão explorar outras funcionalidades, mas o feijão com arroz é esse e pode ser observado com clareza na apresentação do site.




Tempestade boa: novos desafios à vista

Dizem que o silêncio prenuncia a tempestade. Neste caso, será uma tempestade boa. A partir de hoje comecei a trabalhar na Knowtec.com, levando para a empresa meus dez anos de curiosidade e fascínio pela internet, sobretudo pelas oportunidades da comunicação aberta e de muitos para muitos.

Nosso namoro foi à moda antiga: começou com flertes e trocas de mensagens, evoluiu para telefonemas, passamos pelo primeiro encontro, a coisa ficou séria e no começo desta semana passei dois dias de imersão, conhecendo a equipe e observando as nossas compatibilidades. Ontem mesmo recebi e aceitei a proposta para me incorporar ao time.

(A título de registro: eu presto muita atenção em coincidências ou sincronicidades, ou seja, quando histórias aparentemente desvinculadas se cruzam. De dois meses para cá, vários desses eventos aconteceram, fazendo a Knowtec aparecer no meu caminho.)

A empresa começou em Floripa e há pouco tempo abriu escritório em Brasília. Inteligência competitiva e comunicação digital são os focos de ação. E junto com a Knowtec, funciona também o IEA oferecendo soluções e programas de ensino à distância.

Eu já tinha percebido pelo site que a empresa tem uma proposta diferencia em relação à internet. Existe uma preocupação que o cliente entenda o que está comprando e também em fazer direito. Isso aparece principalmente no ambiente de trabalho, ao mesmo tempo competente e acolhedor, sem medo - ao contrário - curioso pela novidade, consciente de que esse é o caminho para se diferenciar no mercado.

(Exemplo: não existe força de venda, quem faz o produto e entende do assunto é quem o apresenta.)

E mais: quantas pessoas trabalham em um escritório que tem um estúdio de som profissional (vários músicos nas equipes), além de sala de sinuca e WII para descontrair?!

O mais bacana é a perspectiva de aprender, de crescer profissionalmente, me envolvendo com áreas novas para mim de inteligência competitiva e ensino à distância. Especialmente quando as duas coisas têm muitas interfaces para se relacionar comunidades e colaboração.

Já temos desafios à vista e na medida em que as coisas forem acontecendo, fatalmente haverá experiências e estudos de caso para registrar no blog. Diretamente do forno.




Nem toda empresa está preparada para blogar; entrevista com Thiane Loureiro

Em 2007 aconteceu o primeiro BlogCamp e um dos assuntos das conversas de corredor era a febre de interesse sobre como se ganhar dinheiro blogando. Como medir resultados, atrair tráfego, usar o Page Rank, fazer marketing viral - isso monopolizou a atenção da maioria dos participantes. Na mesma época em que o sentimento de hostilidade e desconfiança entre blogueiros e jornalistas se tornou público, alguns blogueiros contraditoriamente acusavam os jornalistas de serem profissionais vendidos ao mesmo tempo em que se esforçavam para vender seus serviços.

Tive vontade de entrevistar a Thiane ao descobrir que compartilhávamos a impressão de que o blog estava sendo promovido a partir de motivações emocionais e eventualmente confusas, mais do que pensando nas vantagens e também nas dificuldades que aparecem pela adoção dessa ferramenta no ambiente corporativo.




Sempre critiquei a Telefônica, mas estou quase contratando o Speedy

Outro dia alguém mandou mandou pelo Twitter uma série de mensagem narrando sua "saga" conversando com o serviço de atendimento ao cliente da Telefônica. A primeira nota que eu me lembro anunciava que ele teria que pagar 300 e tantos reais para cancelar a assinatura. Deve ter protestado e pedido esclarecimentos. Tempos depois postou que continuava ouvindo a musiquinha de "espere na linha". Fui almoçar, voltei, e ele insistia na esgrima com os funcionários, talvez já não só pelo dinheiro, mas por birra.

Estou relatando isso porque no ano passado celebrei meu desligamento completo dos serviços da Telefônica. Já não tinha Speedy, e aproveitei a promoção de lançamento da Net para incluir no pacote o telefone por cabo. Mas passado um ano - não sei direito quanto - estou considerando seriamente fazer o caminho oposto, cancelar tudo da Net e dar mais uma chance para a Telefônica. Fiquei louco? Vejamos.




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