blaz

projeto

Blip.fm re-tribaliza o hábito de ouvir música

Como já escrevi outras vezes, o melhor termômentro para saber se alguma coisa nova está aparecendo no campo das mídias sociais é o número de convites que se recebe para participar de um novo projeto.

No começo de setembro minha caixa postal recebeu vários convites para que eu me inscrevesse no Blip.fm, uma mistura de Twitter, Orkut e Lasf.fm.

De cara, não entendi direito como o site funciona e não encontrei um tutorial - um daqueles, utilíssimos, com animação - mostrando o caminho das pedras. Mas encontrei por lá o Thiago Carrapatoso, ultra-envolvido com a ferramenta, e ele me ajudou a entender o motivo do Blip estar fazendo sucesso.

Basicamente o Blip.fm serve para duas coisas: para se ouvir música e para se brincar de DJ.

Primeiro relato sobre o Radar Cultura

Emoção. Fizemos hoje o primeiro ensaio valendo da nova rádio Cultura. Só a equipe participou. A emissora ficou com conteúdo gravado e ensaiamos a dinâmica de funcionamento do Radar - âncora fazendo a programação ao vivo a partir do material postado e votado no site.

Coisas que acontecem quando você publica um livro

Há dois dias recebi uma mensagem da editora. Uma pessoa - aparentemente um senhor de mais idade - tinha ligado para pedir meu telefone... Eu não soube o que pensar na hora. Dar o meu telefone assim? Quem era essa pessoa que não podia me mandar um email? (Email é mais impessoal. A gente pode priorizar, responder depois ou eventualmente nem responder, "esquecer".) Mas acabou que eu mandei o número.

Cinco minutos depois o telefone tocava.

Syndicate content