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jornalismoImpacto da internet na audiência do noticiário sobre políticaSubmitted by juliano on 16 May, 2008 - 19:02.Este artigo é sobre como o surgimento da internet transformou a audiência dos noticiários sobre política. Segundo o analista, a abundância e a variedade de meios de comunicação segmentou a audiência e reduziu o número de pessoas que acompanha o debate político. Ele fala dos Estados Unidos mas acho que essa tendência é global. As opções de entretenimento "puxam" 80% do público, que se torna mais alienado, ao mesmo tempo em que torna um grupo reduzido - que ele chama de news junkies - ainda mais envolvido com as notícias. Por um lado, houve um aprofundamento no interesse e na participação de uma porção da audiência. Por outro, a maioria está desinteressada pelo assunto. Como o blogueiro produz um postSubmitted by juliano on 19 April, 2008 - 17:10.Eu estava pesquisando sobre o Robert Scoble, ex-blogueiro da Microsoft, para escrever o post sobre evangelistas e encontrei um post dele que serve de exemplo para explorar as diferenças entre blogar e fazer jornalismo. É bom a gente definir o que entende por jornalismo e blogagemSubmitted by juliano on 16 April, 2008 - 13:19.Esses dias tive a oportunidade de conversar com o Renato Cruz, jornalista do Estadão e blogueiro. Aqui vão alguns fragmentos dessa conversa, que deveriam ter sido registrados na sequência e não vários dias depois. Falávamos sobre as diferenças entre blog e jornalismo - para variar. A conversa parece estar carecendo de definições. O que queremos dizer com jornalismo? Ele me explicou que se refere ao trabalho de produção de notícia, que envolve desde decidir pauta, apurar, ouvir as partes, buscando a isenção. A blogosfera me transporta a HavanaSubmitted by juliano on 7 April, 2008 - 14:06.Em dezembro de 2002 passei quase duas semanas em Havana, Cuba - registrei a experiência em duas crônicas, aqui e aqui. A desculpa para ir foi por eu estar literalmente ao lado, vivendo na ilha vizinha de Porto Rico. Mas como Porto Rico faz parte dos Estados Unidos, precisei fazer escala no Panamá para chegar a Cuba. O translado, incluindo o tempo passado no aeroporto entre um vôo e outro, deve ter durado umas seis horas, algo assim, não lembro mais. Cuba é um mistério. Difícil dizer se voce não esteve lá. Tenho uma amiga Geração 68 que escapa à solução fácil e reconhece a dificuldade de se tomar partido. Sim, existe a voz majoritária, o poder central, mas ao mesmo tempo - digo por experiência própria - é de se arrepiar o nível de educação formal que os cubanos têm. Vou colocar no final deste post uma das mensagens que recebi de uma amiga cubana para vocês verem a elegância e o domínio da linguagem escrita. Me lembrei dessa amiga lendo agora os últimos posts do blog Generación Y, que vem recebendo bastante atenção recentemente por representar talvez a voz mais original e consistente de crítica ao regime Castrista vindo da ilha. Bate que eu gosto, até a página 2?Submitted by juliano on 6 April, 2008 - 10:46.Nassif noticiou que o ombudsman da Folha de São Paulo, Mário Magalhães, pediu demissão do cargo na última sexta (04/04) por não ter concordado em "deixar de escrever a crítica diária na internet". Será que eu entendi? O jornal exigiu que a coluna saísse apenas semanalmente e no jornal impresso. Será que a Web estava amplificando demais as críticas do ombudman? Em sua última crítica, Magalhães explica o argumento da Folha para tomar essa decisão: no ambiente de concorrência exacerbada do mercado jornalístico, idéias e sugestões do ombudsman são implementadas por outros diários. Na sequência ele critica essa justificativa porque as informações continuarão circulando. Com a difusão por e-mail, será ainda mais difícil conter a distribuição irregular das anotações do ouvidor. ... Eventuais interessados, se bem articulados, terão como lê-las. Que segredo sobrevive a centenas de destinatários? Quem sai perdendo: Já os leitores ditos comuns, os que fazem a fortuna de toda empreitada jornalística de sucesso, serão barrados. Nassif será o próximo a ser demitido pelo IG?Submitted by juliano on 2 April, 2008 - 14:01.Recentemente publiquei aqui e na revista WebInsider uma reflexão sobre os problemas de implantação do chamado jornalismo participativo nos grandes portais. Os responsáveis reclamam que esses canais geram muito ruído e pouco conteúdo aproveitável. A Ana Carmen, que estava comigo em um evento recente na BBC sobre esse assunto, complementou a idéia explicando por quê as pessoas que têm o que dizer ignoram esses veículos. E essas idéias abriram boas frentes de debate na WebInsider. Vou aproveitar a falta de tempo para atualizar o blog para compartilhar algumas dessas idéias. De Dr. Gap: Olha, realmente vc tocou num ponto interessante. O último episódio claro de que os portais defendem interesses “próprios”, e são influenciados por “figurões”, foi o caso do Paulo Henrique Amorim ter sido demitido do IG após vários posts comprometedores sobre alguns medalhões da politica. Eu quero ver o que o IG vai alegar pra mandar o Nassif embora. As séries sobre Daniel Dantas do Nassif e do PHA não diferiam muito não. O que vc acha? Caro Dr. Gap, eu confesso que nem sabia que Nassif tem seu blog no IG. É tanta coisa, tanta informação, que é impossível acompanhar tudo. Sobre o caso do PHA, acho chato ele ter sido demitido por fax. Mas não descarto que pelo menos um dos motivos tenha sido o custo da operação. Não acompanho particularmente o dia a dia do IG, mas tenho ouvido que a empresa está se desfazendo de contratos de compra de conteúdo que custam caro e não correspondem à expectativa em termos de tráfego. É também uma questão estratégica definir se voce quer ter associado ao seu veículo o nome e o prestígio do PHA ou se prefere usar o mesmo dinheiro para ter dez blogueiros em início de carreira, super antenados e que possivelmente trarão mais tráfego (talvez nao tão qualificado) para o portal. Enfim, existem muitos elementos a serem considerados. Não sou ligado ao IG, mas isso me passou pela cabeça... Lendo, posteriormente, a discussão na área de comentários deste texto do PD e neste texto da última edição da Carta Capital, parece que existe uma relação entre a compra da Brasil Telecom pela Oi e o afastamento do PHA, que é desafeto do banqueiro Daniel Dantas. Por que o jornalismo participativo não decola nos portais?Submitted by juliano on 26 March, 2008 - 14:57.As soluções implementadas hoje do chamado jornalismo participativo, colaborativo ou cidadão pelos principais portais de notícia brasileiros têm de novo só o nome, porque geralmente funcionam da mesma forma como as antigas seções de cartas do leitor. A chamada internet comercial existe há quase 20 anos e os veículos de comunicação continuam se justificando: - "Precisamos filtrar a informação enviada pelos usuários para garantir a correção da notícia e não comprometer a reputação do veículo." Mas desde 1997 o site de notícias tecnológicas Slashdot popularizou a auto-moderação, que significa usar soluções para medir a reputação de usuários e compartilhar a filtragem do conteúdo entre os mais comprometidos com o site. A ação descentralizada dos indivíduos - cada qual votando no que gosta ou não gosta - faz emergir uma ordem que revela de maneira surpreendentemente precisa os interesses da comunidade. Essa solução é mais barata porque usa a contribuição voluntária de centanas, milhares ou milhões de usuários para fazer a triagem do conteúdo. É também mais eficiente porque os editores não precisam mais advinhar o que a audiência quer. Por que nenhum dos grandes quer saber disso? Para se comunicar com alguns veículos de notícia do paísSubmitted by juliano on 16 March, 2008 - 15:28.Os veículos de notícia mais importantes do país têm páginas na internet para escutar o que sua audiência tem a dizer. Quem quiser acrescentar outros, é só incluir na área de comentários. * Fale conosco da Folha de São Paulo. * Fale conosco do Estadão. * Fale conosco do G1, o portal de notícias da Globo.com * Você no G1 - área do portal para os internautas publicarem matérias. * Eu, Repórter - seção de jornalismo participativo do jornal O Globo. * Fale conosco do O Globo. * Expediente do jornal O Globo. * Ombudsman da Folha de São Paulo. * Fale conosco da Rede Record. * Você Repórter do portal Terra. * Fale conosco do SBT. * Fale conosco e âncoras da CBN. * RadarCultura, o espaço de relacionamento da Fundação Padre Anchieta. * Fale conosco da Band - precisa se cadastrar com CPF? * Fale conosco do Limão, o portal participativo do Estadão. * Fale conosco e equipe da BandNews. Por que a imprensa não noticia o Dossiê do Nassif sobre a Veja?Submitted by juliano on 16 March, 2008 - 12:43.Ontem fiquei sabendo, pelo post do blog Biscoito Fino, do dossiê do jornalista Luis Nassif sobre a revista Veja e do silêncio da grande mídia em relação ao assunto. Nassif investiga os motivos que levaram o maior semanário brasileiro a se transformar em "um pasquim sem compromisso com o jornalismo, recorrendo a ataques desqualificadores contra quem atravessasse seu caminho". São palavras fortes vindas de um profissional credenciado, mas os veículos se fazem de desentendidos. Uma busca simples pelo Google mostra que fora a Carta Capital e o Observatório da Imprensa, apenas blogueiros e canais alternativos via internet mantém o assunto vivo. Por que os jornalistas dos grandes veículos estão privando a sociedade brasileira de participar desse debate? Onde está o compromisso do comunicador de apurar, destrinchar e informar seu público? Em 2005, a Veja publicou que "o mérito da Wikipedia ... é o mesmo da internet em geral: é uma fonte democrática de conhecimento que permite atualização rápida. O difícil é saber em que informação confiar." Ironicamente, a Wikipedia já menciona o Dossiê, "furando" todos aqueles que defendem a importância do notório saber para a produção de jornalismo de qualidade. Tiago Dória compartilha suas experiências como jornalista e blogueiroSubmitted by juliano on 29 February, 2008 - 09:57.Blogueiros e jornalistas vêm se estranhando aqui e pelo mundo. O assunto me interessa. De que maneira ser jornalista facilita ou dificulta que a pessoa se aproprie das novas oportunidades de comunicação em rede? Tiago Dória, jornalista e blogueiro, tem experiência para compartilhar nesse campo. Blocos temáticos Junto com o jornalismo, o Tiago fez dois anos do curso de Sistemas de Informação na Fatec. Qual é a relação entre essas duas profissões e em que medida o jornalista pode ampliar sua área de atuação ao se posicionar como um especialista em informação? Esses são os assuntos da primeira parte da entrevista. Qual a primeira vez que o Tiago ouviu falr em blog e quanto tempo depois ele começou a blogar? Em que medida seu blog evoluiu e o que permance do início da experiência como blogueiro? Em que medida manter um blog é diferente de escrever para um jornal? Tratamos disso na segunda parte da conversa. Como ele se relaciona com as pessoas que acompanham o blog, quais as fontes de informação, como ele lida com o overload informativo - ou seja, como ele regula e processa a quantidade de informação que chega? Na terceira parte falamos da rotina e da prática de blogar. E fechamos a entrevista fazendo um balanço sobre a evolução do blog dele. Como a informação estatística não é medida de sucesso para ele, sobre a "mania" recente de se ganhar dinheiro blogando, e sobre os blogueiros que ele admira no Brasil. |
Leitores recomendam: À venda aqui: Livraria Cultura, Saraiva e Fnac. Casos apresentados no livro. SearchEu acompanhoem inglês em português |
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