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Procura-se bons tutoriais sobre Internet

Quero montar um livro em PDF - registrado com licença Creative Commons - reunindo tutoriais sobre como usar serviços como WordPress, Flickr, Delicious, Twitter, etc. A aposta é que, fazendo uma pequena triagem e reunindo esse material em um só arquivo, a utilidade do conteúdo se multiplicará.

Se você tem tutoriais prontos no seu blog ou conhece algum existente em português, publique-o no Delicious com a tag livrotutorial. Se você não sabe usar o Delicious, pode aprender lendo este tutorial do MeioBit ou me passar o link por email.

Existem tutoriais feitos em vídeo e também em apresentações, mas, para este formato, é necessário que ele seja prioritariamente em texto, de preferência incluindo links e imagens ilustrativas.

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Traduza um parágrafo e ganhe um convite para assistir a palestra do Peter Senge em SP

Tenho um convite mas não poderei assistir a palestra do Peter Senge, professor do MIT e autor de A Quinta Disciplina, sobre organizações que aprendem - será no Hotel Transamérica, em SP, na segunda-feira (1/6), à noite. Como posso repassar esse convite, decidi fazer o seguinte: sorteá-lo entre pessoas que ajudarem na tradução atual do Adote um Parágrafo.

Para participar, é só seguir as instruções: 1) entrar no documento e, no final da página, pedir autorização para editá-lo; 2) escolher um parágrafo e fazer a tradução seguindo as regras de funcionamento do projeto; 3) colocar, ao lado do seu nome, a tag #petersenge para eu saber que você quer o convite.

Você poderá traduzir quantos parágrafos quiser para aumentar as suas chances de ganhar. (Se faltar parágrafos, colocamos outro texto no ar para tradução.) Importante: os administradores do Adote se reservam ao direito de desclassificar participações quando considerarmos que a tradução estiver mal-feita.

O sorteio será na sexta-feira e o vencedor será informado por email sobre como retirar o convite.

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Aqui o resultado do experimento de fazer uma tradução coletiva; novidades à vista

Clay Shirky aprontou outra. Ele já tinha explorado a questão do fim dos jornais no Here Comes Everybody, mas isso ficou diluído no meio de outros assuntos que o livro trata. No começo deste mês ele retomou o tema em um texto demolidor de mitos, construído - como é a marca do autor - a partir de um mix de idéias originais, História e embasamento conceitual. Elegância e precisão de argumentos contrastam com a quase-crueldade com que ele põe às claras a postura mimimi de quem ainda defende a sobrevivência da imprensa escrita.

Li esse texto sentindo ao mesmo tempo euforia e frustração. É libertador encontrar em três páginas tudo o que você vem querendo dizer recentemente, mas o fato do texto estar em inglês implica que ele será lido pelas mesmas pessoas que já estão convencidas do assunto ao invés de entrar nas veias da sociedade e ser devorado e discutido por quem faz parte do dilema. O estudante, o professor e o profissional de comunicação têm interesse vital em entender se a tese de fim dos jornais é especulação dos marqueteiros para fazer dinheiro com o buzz da internet ou se existe um perigo para o qual é necessário estar precavido. Como levar essa discussão para a sociedade? (Continua.)

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"Adote um parágrafo" e ajude a traduzir um texto importante

Hoje peguei para ler o último texto do Clay Shirky, muito recomendado, explorando mais uma vez o tema da dificuldade dos veículos tradicionais de comunicação de entenderem o mundo pós-Web.

Esse texto provavelmente vai ficar em inglês. Não vejo uma organização como a Folha, que republica artigos internacionais, oferecendo a tradução a seus leitores inclusive porque o número de pessoas que se interessa pelo assunto é relativamente pequeno. E é esforço demais para uma pessoa fazer sozinha nas horas vagas.

Fiquei pensando, no contexto da experiência com o Para Entender a Internet, se não seria possível fazer uma tradução colaborativa.

O texto do Shirky tem 31 parágrafos. Estou pensando alto: se mais 30 pessoas participarem, cada um "adota" um parágrafo e o resultado fica pronto em pouco tempo. Eu levei menos de 5 minutos para fazer o meu. Usei o Google Translate para a parte mecânica da tradução e o dicionário Babylon para tirar dúvidas e procurar sinônimos.

Não se preocupe se o seu inglês não é perfeito. A idéia é fazer algo que seja compreensível e não produzir um texto impecável. Para quem não lê inglês, isso será o suficiente.

Eu ia fazer isso em um wiki, mas o PBwiki não permite que várias pessoas trabalhem no mesmo documento ao mesmo tempo. Decidi usar o Google Docs porque mais pessoas têm familiaridade com essa ferramenta e também para cada um trabalhar quando quiser.

Veja a página da tradução aqui: http://docs.google.com/Doc?id=dd5ggjr8_426cvsxchgw

Para adotar um parágrafo, peça para participar pelo documento ou escreva para mim mandando o seu email do Gmail e eu te convido para acessar o arquivo.

Não custa lembrar que o texto ficará registrado com licença Creative Commons para que qualquer pessoa disfrute dele.

E quem quiser traduzir mais de um parágrafo, fique à vontade, mas faça um por vez. O crédito será dado segundo o volume de trabalho de cada um.

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Três razões porque projetos grandes naufragam

Cada dia que passa tenho confirmado mais a percepção de que as coisas que fazem projetos darem errado raramente são levadas em consideração. Tecnologia e orçamento não são sinônimos de sucesso na Web. Ontem mesmo eu estava conversando sobre dois grandes projetos que naufragaram a despeito de contarem com as "melhores condições" de desenvolvimento. Veja se você concorda comigo.




A entrevista dada não se olham as respostas: dois casos

Acho que entrevista é que nem namoro, tem que ter conversa antes do beijo. Mas por conta da pressa em gerar conteúdo, os questionários chegam com perguntas mais ou menos parecidas e que independem uma da outra. (Escrevi sobre isso aqui, por exemplo.) O entrevistador não é gente, não tem curiosidade, não quer saber, ele precisa produzir, ocupar o espaço.

Enfim, não quero parecer mal-agradecido ou chato. É o mercado quem dita as regras e certamente se a demanda fosse diferente, haveria mais cuidado na produção de conteúdo. Mas apesar da entrevista a seguir ter vindo dessa forma, apressada, sem conversa, aproveitei para apimentar um pouco as respostas. Curtas e provocativas.

Na sequencia, pus outra entrevista relacionada ao Campus Party. Essa começou com conversa, mas eu estava há dois dias sem dormir direito, tão sem paciência e mal-humorado que a entrevistadora não me deu muita corda. Depois escrevi para me desculpar e ela aproveitou para refazer as perguntas por email. O foco é negócios, especificamente a aplicação da comunicação grupal online para empresas.




Primeiro relato sobre o Radar Cultura

Emoção. Fizemos hoje o primeiro ensaio valendo da nova rádio Cultura. Só a equipe participou. A emissora ficou com conteúdo gravado e ensaiamos a dinâmica de funcionamento do Radar - âncora fazendo a programação ao vivo a partir do material postado e votado no site.




Quer um site de sucesso, tenha uma boa idéia

Qual é a coisa mais cara na produção de um site de sucesso? Programadores? Designers? Serviços jurídicos? Registro de domínios? Equipe para atualização e manutenção? Na minha modesta opinião, isso tudo não vale uma boa idéia, ao mesmo tempo original e realista, que circunscreva uma brecha ainda inexplorada e que desperte o interesse de usuários. Conheça a seguir três exemplos: Truemors, The Huffington Post e Brijit.




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