BlogSpot ou WordPress - qual é a melhor opção para iniciantes?

Quem tem acompanhado o blog - anybody there? - está por dentro do processo de condicionamento mental a que estou me propondo para estabelecer mais conversas abertas (pelo blog) e menos fechadas (por email). Vide os últimos posts. Pois às vezes é questão de estar atento às oportunidades.

Ontem recebi uma mensagem da minha querida prima Carol, que debandou para o Canada. Ela pede ajuda para abrir um bloguezinho porque é "terrível com computador". Ela explica que já criou criou um no Blogspot, mas quer algo mais bonitinho. Ela segurou um espaço no WordPress, mas está "pastando".




Do email ao blog: comunicação no atacado e no varejo

Completando o que eu estava escrevendo no post anterior. Estou esperando o momento em que vamos reduzir as conversas no varejo (via email pessoal) e aumentar as no atacado (pelo blog).

Não me entendam mal. Não acho que a gente deva só falar com as audiências. Não tem a ver com se afastar dos relacionamentos pessoais. Me refiro ao fato de que muitas mensagens individuais poderiam aparecer em uma plataforma aberta e dessa maneira incitar o prolongamento da conversa (inclusive sem a presença dos "donos" da conversa, por exemplo, nas áreas de comentário e em outras plataformas.)

Em algum momento é possível que o blog se torne o veículo principal, o espaço onde falamos dos assuntos abertos. E deixamos o email para o que for confidencial, privado ou irrelevante para o coletivo.

Alguém tem pensado sobre isso?




Mais uma tentativa para acompanhar o conteúdo dos blogs

Faz tempo que eu não consigo administrar o fluxo de emails na minha caixa postal. Direcionei (quase) tudo para o mesmo lugar, o Gmail. Ainda assim, as mensagens vão se acumulando. Coisas que eu ainda quero encaminhar em algum momento vão desaparecendo no fundo do pote.

Se eu não consigo ler e processar os emails que chegam, o que dizer de acompanhar posts de blogs? Mas finalmente tomei uma atitude proativa e assinei o feed da maioria - alguns não ofereciam esse serviço. E como direcionei todas as mensagens para o Google Reader, estou com esperanças de tratar esse fluxo de informação como se fosse um tipo de email, aqueles que a gente manda para uma porção de pessoas.




O que vou fazer com este blog

Quero começar a especificar como pretendo usar este blog. Este não será um site para a análise e a divulgação de notícias relacionadas a colaboração online. Eventualmente isso acontecerá na coluna da esquerda, onde aparecem os links que vou salvando pelo del.icio.us. Mas na área central, quero abrir conversas sobre experiências vividas relacionadas a mídias sociais.

Pretendo sugerir os temas publicando-os no blog e tornar a discussão uma espécie de curso aberto, sem professor. Meio no esquema das academias da antiguidade, onde as pessoas se encontravam para conversar e compartilhar experiências e reflexões.

Finalmente, pretendo explorar o Twitter para disseminar os posts principais.




Utilização paralela de blog e rede social

Pretendo explorar o Twitter para disseminar os posts principais, não exatamente para dispersar uma informação, o que significaria apenas falar, mas criando uma dinâmica de circulação de informação que integra blog e microblogs.




Desentrevista, conversas abertas sem entrevistador

Uma maneira mais "muderna" de chamar a dinâmica de funcionamento neste blog pode ser "desentrevista", aproveitando a idéia de desconferência do BarCamp. No BarCamp os participantes propõem temas e se reúnem segundo convergência de interesses. Na "desentrevista" também não existe entrevistador e nem tema pré-definido. Os assuntos geram trocas que podem ser continuamente reprocessadas e aparecerem na forma de novos posts, cada vez mais incrementados.

Isso não tem diretamente a ver, mas está um pouco relacionado com um post recente sobre dinâmica de entrevista com jornalistas, usando a Web.




Quais assuntos pretendo abordar no blog

Quero atacar assuntos que repercutem na minha vida e na das pessoas que trabalham e atuam neste campo. A vantagem é que o conteúdo para essa discussão vem da experiência, da vivência de cada um, e não depende de se ficar o dia inteiro garimpando novidades. No ônibus, em casa assistindo televisão, numa mesa de bar - em qualquer desses lugares podemos refletir sobre assuntos que digam respeito a nossa condição, e compartilhar isso com outras pessoas.




Um blog profissional continua sendo um blog?

Acho que eu até gostaria de ficar o dia todo navegando pela rede em busca das novidades. De repente isso até aumentaria a visitação deste blog. Mas, como eu estava conversando com o Alexandre Matias, será que um blog profissional continua sendo um blog?




Para uma nova maneira de entrevistar

Por conta do livro, tenho dado algumas entrevistas. Os repórteres geralmente, por conta da pressa das redações, leram superficialmente algumas partes estratégicas do Conectado - a quarta-capa, a orelha, talvez até o prefácio e a introdução. Isso acaba produzindo perguntas mais ou menos previsíveis e repetitivas, que levam a respostas improvisadas e mais superficiais do que eu gostaria.

Ou invés disso, me ocorreu propor um encaminhamento diferente.




Trabalhar para quem e trabalhar para que?

Tenho observado dois tipos de impacto da internet na produtividade. Para alguns, a Web significa expansão da capacidade de registro e comunicação. Para outra porção, ela dispersa. Se você tiver paciência, quero saber a sua experiência. A Web está te tornando mais produtivo (até demais) ou você está com dificuldades para cumprir as suas obrigações?




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