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Conheça o que fazem e pensam alguns dos novos profissionais de comunicação do Brasil. Banco de opiniões sobre mídias sociais e assuntos correlatos. Olho mágico
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Jornalismo participativo está além do que acontece nos portais
Submitted by juliano on 14 April, 2008 - 13:26.
O José Murilo Junior comentou o post sobre por quê o chamado jornalismo participativo ainda não emplacou nos portais. Ele registra duas perspectivas, a de que o blog está se valorizando, por um lado, e a que a imprensa tradicional perde ao tentar se 'amadorizar' para ficar parecida com os blogs. O ponto principal que ele faz parece ser que jornalismo participativo não se limita aos canais disponibilizados pelos veículos tradicionais. Creio que o você chama de jornalismo participativo surge de uma perspectiva diferente à do jornalismo tradicional, e portanto não é muito fácil aos veículos de mídia do século passado incorporar esta lógica da ‘conversa aberta’ que é nativa da rede. No momento, observo que há uma reavaliação dos jornalões e portais sobre como melhor integrar (cooptar?) as novidades da rede em seu modelo de negócio. A demissão do PHA no IG, e o conseqüente lançamento de seu blog independente ilustra o processo. Enquanto alguns blogueiros se destacam e se tornam colunistas remunerados em portais, alguns medalhões da imprensa convertidos em blogueiros terão menos espaço na big mídia para expor livremente suas opiniões. A princípio isto não significa maiores problemas para as iniciativas de blogueiros. O Mike Arrington reportou recentemente que o volume de capital de risco investido na indústria blogueira vem crescendo muito e rapidamente nos EUA, e acho que a tendência chegará logo por aqui. Por outro lado, Mark Cuban em sua última provocação diz que a decisão de contratar blogueiros está entre as piores ‘cometidas’ pelos jornalões nos últimos dez anos. Segundo ele, caberia à mídia tradicional reforçar o seu diferencial frente aos ‘amadores’, e não o contrário. Existem a meu ver outras modalidades de participação na mídia, como nos arranjos em que as notícias vão atrás de seus leitores. Isto se dá por exemplo no caso do uso da funcionalidade de enviar notícias por e-mail, ou na postagem de links em redes sociais, isto sem falar na difundida prática do re-blog (blogar copy/paste de notícias). Paro por aqui, antes de começar a imaginar as implicações que outras novidades como Twitter, Friendfeed, e as iniciativas de conexão entre as redes sociais (opensocial, openid, etc.) trazem para o tema. |
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do meu jeito caótico,
do meu jeito caótico, comentei alguma coisa no mesmo sentido:
http://efeefe.no-ip.org/blog/perguntas-sobre-jornalismo-colaborativo
"Acho que existe jornalismo colaborativo no Brasil fora das redações,
portais corporativos e empresas de comunicação. Aquele jornalismo
essencial, até romântico, feito por pessoas que amam o que fazem.
E ele acontece em rede, o que torna menos relevantes as diferenças
para 'outros países'."
efefe e todos, acho que
efefe e todos, acho que precisamos estabelecer alguns parâmetros. outro dia, falando com o renato cruz do estadão, ele falou que ao se referir a jornalismo, tinha em mente o trabalho de produção de notícia. nesse sentido, acho pouco provável que exista jornalismo colaborativo além do que se vê hoje, com usuários mandando para sites denúncias sobre buracos nas ruas, coisas assim. ele se referiu ao trabalho do blogueiro como comentário, opinativo... estou escrevendo e pensando, isso deveria ser um post e nao um comentário. e lá vamos nós, travez!
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