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Conheça o que fazem e pensam alguns dos novos profissionais de comunicação do Brasil.
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Conheça o que fazem e pensam alguns dos novos profissionais de comunicação do Brasil. Banco de opiniões sobre mídias sociais e assuntos correlatos. Olho mágico
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Os motores da inovação são os clientes e não as agências
Submitted by juliano on 4 April, 2008 - 09:33.
Sigo repercutindo os comentários trocados a partir do artigo sobre o motivo das ações de jornalismo participativo realizadas por portais tenderem a não funcionar bem. O Robson, que é designer interativo Curitiba, viu um paralelo entre a resistência dos portais e das agências. E perguntou: por que os publicitários acham que decolaram com a web e na verdade não sabem nada dela? Coincidentemente, há pouco tempo, eu tive uma conversa com o publicitário Ricardo Cavallini, antenado e envolvido com as novas tendências da tecnologia da informação e comunicação, e ele me explicou que a agência de publicidade é a parte conservadora do negócio e tende a manter o processo da maneira como ele sempre foi feito. A mudança, ele disse, vem do cliente, que acompanha as tendências do mercado e também os resultados de suas promoções, e então pressiona a agência para que ela busque soluções novas e alternativas. E o que ele chamou a atenção em relação a esse processo é que nos últimos anos, os clientes têm sido mais insistentes nas cobranças por campanhas diferenciadas. Em um post recente, o Cavallini ataca essa questão: por que algumas agências estão sofrendo tanto para evoluir? ... Não é por medo, nem ignorância como bradam alguns. É porque evoluir significa dar um tiro no joelho (lucratividade). Sim, eu sei, não evoluir significa dar um tiro na cabeça em poucos anos (perder faturamento e lucratividade), mas alguém aqui acha que é fácil dar um tiro no joelho? E ele desenvolveu o tema no mês passado, indicando um caminho possível para que a transição aconteça dentro das agências: 1. Contratação de um ou mais especialistas (envolvendo novos cargos ou funções). E aí, Robson, tá respondido? |
Quem escreveSeguindo um caminho estranho entre hiper-razão e intuição. Meio anti-social. Neurótico apesar de parecer que não. Viajante. Par da Tati, meu jardim. Sonha em viver de escrever e ensinar. Mais. Leitores recomendam: À venda aqui: Livraria Cultura, Saraiva e Fnac. Casos apresentados no livro. SearchEu acompanhoem inglês em português Recent comments
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boa pergunta... as vezes
boa pergunta... as vezes penso que muitos publicitários trabalham a idéia de que o público está reconciliado com o todo, quando na verdade o que vem mudando é nossa capacidade de criar a receber símbolos.
oi claudia, acho que nao
oi claudia, acho que nao entendi direito o que voce quis dizer. vc pode falar um pouco mais sobre isso?
Concordo com o Cavallini, a
Concordo com o Cavallini, a mudança precisa ser incutida na cultura das agências primeiro, para que, aos poucos, elas possam atender bem a demanda de seus clientes.
juliano, interpretei o post
juliano, interpretei o post de uma maneira mto pessoal, mas vou tentar explicar o que quis dizer. Acredito que muitas pessoas que trabalham com publicidade enxergam a web como plataforma ideal para gerar curiosidade sobre um produto (não que estejam errados) mas esquecem que as redes digitais permitem algo muito mais inédito:sair do simples consumo para o relacionamento. É muito mais legal descobrir o próprio caminho, a novidade, o produto ou a marca em si. Acho que agora fui mais clara =)
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